segunda-feira, 18 de abril de 2011


A Karina Buhr líder do grupo Comadre Fulozinha e agora com seu projeto solo, tocou no Abril pro Rock 2011 no último dia 17. Boas críticas foram feitas, como por exemplo, no portal Rock em Geral:

De líder de grupo de sonoridade regional-lugar-comum Comadre Fulozinha, a moça surge no palco como uma espécie de versão feminina de Iggy Pop glitter. Disposta a dar o sangue no palco e escorada por uma bandaça que tem Edgar Scandurra e Fernando Catatau nas guitarras, a cantora não pára um momento sequer, seja se rastejando feito iguana (olha o Iggy aí de novo), ou quicando no centro do palco. Já na terceira música, como o sugestivo título “Solo de Água Fervente”, Scandurra e Catatau solam que é uma beleza. Fora do Cidadão, cujo som é repleto de efeitos, o guitarrista vai muito mais além com seu instrumento de origem. Em “Mira Ira” uma verdadeira muralha de guitarras explode sobre o público, num riff duplamente carregado de distorção, e o final, com “Nassiria e Najaf” parece mesmo um apocalíptico fim do mundo. Numa palavra: visceral.

Fonte: http://www.rockemgeral.com.br/2011/04/18/dna-diversidade/
http://abrilprorock.info/
veja mais:
http://www.karinabuhr.com.br/
http://www.myspace.com/karinabuhr

sábado, 16 de abril de 2011

17:53h, o expediente acaba, o trabalho não.
Há coisas a se fazer.
Segunda-feira eu volto...
Quem sabe eu faça.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Natal é meio esquisita, consegue ser pequena e ao mesmo tempo intransitável, principalmente quando tentamos encontrar todos os parangolés que a vida pós-moderna exige. Para utilizarmos dois simples serviços, como por exemplo, ir ao cinema e depois comprar um livro num sebo, temos que dar uma volta inteira na cidade (não que isso seja grande coisa, Natal se comparada as grandes capitais do Brasil, mais parece um bairro que propriamente uma cidade). Se não contarmos com ponta negra, Natal, hoje, só tem mesmo um mísero cinema (e olha que cinema é cultura de massa. Aqui em Natal tá mais pra luxo de classe média metida a rica). Mas ter que ficar andando dum lado pro outro procurando coisas que deveriam ter do lado da nossa casa é um pouco demais
Mesmo pequena, Natal ainda se enquadra no tipo de cidade “antiecológica” que o arquiteto Leon Krier definiu, em 1987, como sendo aquela cidade que seus bairros não conseguem ser independentes, nem o mínimo possível uns dos outros, ou seja, a cidade é dividida em setores (de negócios, comercial, de escritórios, subúrbio comercial...) um número pequeno de atividades provoca uma perda de tempo e de energia muito grande, porque a pessoa acaba tendo que percorrer vários daqueles setores distribuídos em pontos dispersos da cidade, e isso é meio chato, né?
Mas aqui o povo gosta mesmo é de propaganda, de qualquer coisa que chame atenção. Ninguém quer saber sobre espaço urbano etc. e tals, o povo gosta é de outdoor, destes que usam colagens (as mais “sem-noção” possíveis) é até uma tendência contemporânea, os publicitários estão bebendo na fonte da arte pós-moderna, nas colagens, no uso da superposição de mundos ontologicamente diferentes para envolver o expectador, é uma técnica bastante interessante e produtiva, se não fosse usada dessa forma, caótica... O engraçado é que nossa cidadezinha é até organizada, já viram nossos vizinhos nordestinos? São piores, mais caos, mais imagens, mais barulho... Ufa!
Mas não consigo nem me acostumar com nossa pouca merda...



ComentadorDuCanto
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terça-feira, 12 de abril de 2011

A noite chega... mas continuo a fazer o que passei o dia todo fazendo em prol do futuro.
Números, letras, algorítimos, débitos, créditos, saldos, índices...
Contas a pagar-não-pagas!
Saldo devedor no banco.
Falta de dinheiro na carteira.
Um sorriso falso no rosto.
Um tapinha nas costas.
Boa noite, são 19:26!

domingo, 10 de abril de 2011

Esses últimos dias participei de um curso de capacitação: "Liderança para Novos Líderes"... muito bom inclusive... ao ser questionado sobre onde eu estaria exatamente daqui a 10 anos, me deparei com esta realidade:
09 de abril de 2021
Alcancei um cargo de controller numa multinacional, fiz mais alguns amigos, cultivei os antigos, viajei pra Itália e pra França, aprendi a falar russo, casei mas não deu muito certo, separei... tenho um filho lindão, fiz minha mãe feliz, cursei a faculdade de história e mestrado em controladoria.

terça-feira, 5 de abril de 2011