domingo, 26 de junho de 2011

Eu não acredito mais em quase nada...
Num acredito que o fim está próximo, ele já chegou!
Não acredito no significado filosófico das coisas... Somente na utilidade prática de cada uma. Inclusive as próprias pessoas.
Homens e Mulheres, não acredito mais neles...
Não existe mais verdade... Tudo é ficção. E o culpado sou eu mesmo que crio fantasias, expectativas.
Não acredito mais na paz, muito menos na guerra...
Há um tempo atrás ainda me esforçava em ver sentido nas coisas, verdade nas pessoas, propósito nos meus fazeres.
Mas humildemente, aqui, desisto.

http://www.youtube.com/watch?v=kG8MvPz2sn4

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Clownhouse (EUA, 1989).


Filme exibido na V Semana do Filme Cult no TCP, evento organizado pelo cineclube Natal, no último dia 17/05.
Falei um pouco sobre esse filme no post sobre a V Semana, abaixo abordarei mais sobre seu contexto e a repercussão.
De início, o filme já traz uma carga pesada pela história que o envolve...
principalmente pelo peculiar diretor Vitor Salva que em detrimento de todo seu talento, dirigiu poucos filmes. Isso por causa dos fatos ocorridos durante as filmagens de Clownhouse, seu filme de estréia.
Após terem sido concluídas todas as operações, o jovem ator Nathan F. Winters denunciu o diretor por abuso sexual. Vitor Salva foi preso e quase banido do main stream cinematográfico.
Salva só voltou a filmar no início dos anos 2000. Francis Ford Coppola o financiou tanto em Clownhouse, quanto na sua volta conturbada em Jeepers Creepers (2001) que foi um sucesso de público. Ainda hoje, Salva sofre com as consequencias dos ocorridos durante as filmagens de Palhaços Assassinos (título em portugues).

Recomendo, o filme tem temática recorrente como encontrada em Halloween e Freddy Krueger contudo com um toer mais psicológico e mais suave que os citados. Tem no elenco o Sam Rockwell com cerca de 19 anos, no seu primeiro trabalho.

segunda-feira, 16 de maio de 2011




Pra quem gosta de Cinema, Hoje tem início a V Semana do Filme Cult no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel que faz parte da Fundação José Augusto.
A programação começa com o Filme The Wicker Man do diretor Robin Hardy, foi gravado em 1973 e conta com a participação de Christopher Lee. Isso é tudo que eu sei sobre o filme, vou tentar ver mais tarde. Ainda terá a exibição do curta-metragem The Hearts of Age (1934) – 8 min, dos diretores Orson Welles e William Vance


Na terça-feira, serão exibidos Clownhouse do diretor Vitor Salma e o curta O Solitário Ataque de Vorgon de Caio Dandrea.
O Filme Clownhouse, traduzido para Palhaços Assassinos foi rodado em 1988 e trata da história Três irmãos adolescentes que passam a noite sozinhos em casa, em quanto isso, três doentes mentais escapam de uma clínica psiquiátrica, chegam em um circo instalado na cidade, eles matam os palhaços que acabaram de se apresentar e roubam suas fantasias, pintam os rostos e saem pelas ruas, quando resolvem aterrorizar a casa dos irmãos.

Meses depois da estréia do filme, descobriu-se que o diretor Salva molestou sexualmente os adolescentes do filme, chegando a filmar atos de assédio contra um deles. Denunciado, foi condenado e cumpriu penas alternativas só voltando a filmar em 2001 "Olhos Famintos".

Segue abaixo o restante da programação da semana:

19/05 – Quinta-Feira
Dementia (Dementia, EUA, 1955)
Direção: John Parker
Elenco: Adrienne Barrett, Bruno VeSota, Ben Roseman

Curta-Metragem
La Jetée (1962) – 28 min.
Direção: Chris Marker

20/05 – Sexta-Feira
Alice (Neco z Alenky, TCH, 1988)
Direção: Jan Svankmajer
Elenco: Kristýna Kohoutová

Curta-Metragem
La Cravate (1957) – 20 min.
Direção: Alejandro Jodorowsky

21/05 – Sábado
Os Olhos Sem Rosto (Les Yeux Sans Visage, FRA, 1960)
Direção: Georges Franju
Elenco: Pierre Brasseur, Alida Valli, Juliette Mayniel

Curta-Metragem
Meshes Of The Afternoon (1943) – 14 min.
Direção: Maya Deren/Alexander Hammid

22/05 – Domingo
A Centopeia Humana (The Human Centipede-First Sequence, HOL, 2009)
Direção: Tom Six
Elenco: Dieter Laser, Ashley C.Williams, Ashlynn Yennie

Curta-Metragem
Escola de Carteiros (1947) – 16 min.
Direção: Jacques Tati

domingo, 15 de maio de 2011


O fim do túnel existe sempre
Existe um fim.
No fim, sempre existe
Uma luz
Existe SEMPRE uma luz?
No fim, existe.
No fim da luz existe um túnel
Existe sempre uma luz
No fim de túnel.
Existe sempre uma mão
Que te afaga.
A mesma existe,
E te apedreja.
Eu apanho como quem deseja
Alguém me bate como quem me paga.

segunda-feira, 9 de maio de 2011



Tentando me inspirar!!!

Marcel Duchamp (1887-1968), pintor e escultor francês, sua arte abriu caminho para movimentos como a pop art e a op art das décadas de 1950 e 1960. Reinterpretou o cubismo a sua maneira, interessando-se pelo movimento das formas.
O experimentalismo e a provocação o conduziram a idéias radicais em arte, antes do surgimento do grupo Dada (Zurique, 1916). Criou os ready-mades, objetos escolhidos ao acaso, e que, após leve intervenção e receberem um título, adquiriam a condição de objeto de arte.
Em 1917 foi rejeitado ao enviar a uma mostra um urinol de louça que chamou de "Fonte". Depois fez interferências (pintou bigodes na Mona Lisa, para demonstrar seu desprezo pela arte tradicional), inventou mecanismos ópticos.


Extraído de:
http://www.historiadaarte.com.br/linha_do_tempo.htm

domingo, 8 de maio de 2011

Já dizia o poeta:

"Se Urubu fosse galinha,
o sertão não passava fome!"

segunda-feira, 18 de abril de 2011


A Karina Buhr líder do grupo Comadre Fulozinha e agora com seu projeto solo, tocou no Abril pro Rock 2011 no último dia 17. Boas críticas foram feitas, como por exemplo, no portal Rock em Geral:

De líder de grupo de sonoridade regional-lugar-comum Comadre Fulozinha, a moça surge no palco como uma espécie de versão feminina de Iggy Pop glitter. Disposta a dar o sangue no palco e escorada por uma bandaça que tem Edgar Scandurra e Fernando Catatau nas guitarras, a cantora não pára um momento sequer, seja se rastejando feito iguana (olha o Iggy aí de novo), ou quicando no centro do palco. Já na terceira música, como o sugestivo título “Solo de Água Fervente”, Scandurra e Catatau solam que é uma beleza. Fora do Cidadão, cujo som é repleto de efeitos, o guitarrista vai muito mais além com seu instrumento de origem. Em “Mira Ira” uma verdadeira muralha de guitarras explode sobre o público, num riff duplamente carregado de distorção, e o final, com “Nassiria e Najaf” parece mesmo um apocalíptico fim do mundo. Numa palavra: visceral.

Fonte: http://www.rockemgeral.com.br/2011/04/18/dna-diversidade/
http://abrilprorock.info/
veja mais:
http://www.karinabuhr.com.br/
http://www.myspace.com/karinabuhr